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Em 82, á convite de Jairo Pires, seu primeiro diretor artístico e José Vitor Rosa, que foi seu diretor artístico na CBS também, grava mais um compacto simples, com as músicas “Tanto amor” e “Pra sempre”, onde se destacou nas rádios a segunda canção, de autoria de Claudia. Jairo Pires e José Vítor haviam aberto uma nova gravadora, chamada “Lança Discos”, e os dois primeiros produtos foram Claudia Telles e Tim Maia.

Ficando sem gravar durante seis anos, Claudia retorna em um lp, desta vez pela gravadora RGE, do grupo Som Livre.
Neste disco, Claudia mostra mais o seu lado de compositora, das 10 canções gravadas, 5 são de Claudia, só uma de parceria, com Prentice e Paulo César Barros, a música que se destaca é “Solidão pra quê” de Gilson e Joran, compositores de “Casinha Branca”.Neste lp Claudia não regrava nada de sua mãe, mas diz: “Esse disco é dedicado a minha mãe Sylvia Telles, de quem eu herdei esse amor pela música. E também aos meus amigos, presentes e ausentes, que sempre acreditaram na minha capacidade de receber e transmitir sentimentos. A todos vocês que ajudaram na realização deste trabalho, o meu carinho eterno”.
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