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Assim, em 1995, a convite de Menescal grava "Claudia Telles Interpreta Nelson Cavaquinho e Cartola". O mercado viu então, que ela era capaz de cantar algo mais do que apenas os souls românticos que todos imaginavam. "Folhas Secas", "As Rosas não Falam", "O Mundo é um Moinho" e "A Flor e o Espinho" se incumbiram de mostrar que aquela menina de olhos castanhos e sorriso franco havia crescido musicalmente, se transformado em uma mulher de luta e que se via agora pronta para despertar aquele sonho que havia adormecido.

A consagração e o reconhecimento pelo seu trabalho viriam com a indicação ao PRÊMIO SHARP DE MÚSICA, como melhor cantora daquele ano.